Caso Ronda Alta
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GEUC VAI A RONDA ALTA EM PROPRIEDADE PALCO DE MARCAS DE TREM DE POUSO EM 2006.

Na tarde de ontem, 23.11, os membros do GEUC, Giordano Andrade e Adonai Zanferrari¹, se deslocaram até a localidade do "Passo da Entrada", no município de Ronda Alta, para se encontrar com o Sr. Roque Vargas. A propriedade do Sr. Roque, entre os anos de 2006 e 2007 foi palco de uma série de observações de fenômenos aéreos não identificados, bem como o surgimento de marcas de trem de pouso em sua plantação de soja, que ficou débil por 4 anos.
2.0 - DOS FATOS
1) A 20 de dezembro de 2006 (data retirada do trabalho acadêmico da filha do Sr. Roque), às 5h30min, Roque, como de praxe, levantou e se deslocou para "tocar" o gado. No meio do percurso, já distante cerca de 25 metros de sua residência, observou um objeto em formato cilíndrico, emitindo um chiado semelhante a uma chaleira, com intensa luminosidade, cruzando o céu por cima de sua propriedade, na direção Norte para OSO (Oés-sudoeste). Assustado com o que tinha presenciado, Roque voltou para casa, acordando seus familiares e contando os fatos. 
2) Por volta de 1 semana depois, Roque saiu para realizar vistorias periódicas em sua plantação. Em um local distante cerca de 300 metros de sua propriedade, em direção Oeste (para onde o objeto não identificado tinha desaparecido em voo), observou uma área completamente queimada. Chegando ao local, observou que o soja plantado estava morto e havia cerca de 4 marcas de trem de pouso no solo. A área de danificação total foi de 40 m x 25 m. Foram encontrados 4 buracos grandes e outros 6 orifícios de menor proporção dentro dos maiores (fotos). O impressionante é que não há precisão correta da fundura que os buracos menores tinham, já que os medidores utilizados não tiveram capacidade de penetração suficiente. Os buracos estavam cautelosamente bem desenhados no solo, descartando qualquer hipótese de que o terreno tenha sofrido algum impacto, como por exemplo, de um meteorito. Contudo, o soja do local permaneceu por 4 anos com debilidade em completar seu ciclo completo de desenvolvimento. 

Um grupo de professores da UNISINOS (São Leopoldo), se deslocou até Ronda Alta para investigar os fatos. Como nos informou o Sr. Roque, até hoje o grupo de pesquisadores não enviou as cópias dos resultados das análises do solo. 

3.0 - CONSIDERAÇÕES DO GEUC SOBRE OS FATOS
Apesar do GEUC sequer existir na época, deixaremos algumas considerações. O horário de verão em 2006 entrou em vigor a 05 de novembro, portanto, sabendo que o primeiro fato ocorreu às 5h30min (4h30min, descontando 1 hora do horário de verão) do dia 20.12.06, temos a seguinte situação da abóbada celeste naquela madrugada:
1) O Sol encontrava-se a 22º graus negativos de altura e em um azimute 134º. Em suma, faltava 1 hora e 20 minutos para iniciar seu nascimento;
2) Havia três chuvas de meteoros na noite do dia 20.12.06. "Coma-Berenicídeas", em azimute 48º e com 3 meteoros por hora. "Leonis Minorídeas de Dezembro", em azimute 26º e com 5 meteoros por hora, tendo seu pico máximo no próprio dia 20.12.06. Por fim, a "Delta-Cancrídeas", em azimute 346º e com 4 meteoros por hora. 
Conclui-se que

1) A luminosidade do objeto não identificado era própria dele, não havendo possibilidade de estar, naquelas condições, refletindo a luz solar. 

2) A hipótese meteorítica é descartada, já que nenhum fragmento foi encontrado, muito menos marcas de impacto em solo, oriundas, evidentemente, de objetos em velocidades astronômicas (entre 1000 a 9000 km/h).

3) Alegar que as marcas no solo foram oriundas de descargas elétricas, qual seja, raios, é absurdo. Os buracos apresentam simetria e estão em conformidade de localização uns com os outros. Desafiamos qualquer indivíduo a trazer-nos fotos de marcas de raios que atingiram o solo e geraram um resultado semelhante com o que ocorreu na propriedade da família Vargas.

4) É também evidente que as plantas foram acometidas, inicialmente, por um nível considerável de calor, bem como o solo foi exposto a algum componente radioativo que debilitou as plantas que vieram a nascer ali posteriormente. Atualmente, o solo já está aparentemente normal. 

5) Utilizando dos métodos da ciência convencional os fatos ocorridos na propriedade da família Vargas são inexplicáveis. Formular hipóteses, passo precípuo à tese, é direito de todos, mas, neste caso, todos que lá foram, ficaram limitados à hipótese. Com ressalva dos professores da UNISINOS, que levaram amostras do solo e das plantas, mas não divulgaram os resultados.

6) O próximo passo do GEUC é identificar e encontrar os professores da UNISINOS responsáveis pelas coletas e análises das amostras do local do fato. 

Agradecemos ao Sr. Roque e ao seu filho Fernando pela receptividade e fornecimento das informações. 

¹: Vitor Alceu dos Santos e João Batista Andrade acompanharam o GEUC.


Vitor Alceu dos Santos (atrás da porta); Adonai Zanferrari (sentado); Roque Vargas (camisa laranja); Filho do Sr. Roque (em pé); Giordano Mazutti Andrade (camisa branca, em pé).