Casuística Ufológica Carazinhense

Onda Ufológica entre o final de 2015 e o início de 2016

No dia 26 de dezembro de 2015 por volta das 23h40min, tivemos aqui em Carazinho o avistamento de um objeto oval, aparentemente metálico, emitindo luz própria, por um número considerável de pessoas que no dia estavam no trevo do ''baixinho''. O objeto pairou no céu por cerca de 5 minutos e desapareceu (anexo: 1 foto) em sentido oeste. No dia 4 de janeiro de 2016, dois objetos com uma magnitude de brilho aparentemente como da estrela Aldebaran, foram vistos seguindo um que estava entre os dois, com velocidade alta, os três se juntaram e geraram um fenômeno parecido com uma "explosão" em grande altitude, logo em seguida desapareceram.

No dia 10 de janeiro, por volta das 21h00min, seguidores do GEUC avistaram e nos comunicaram de um objeto que 'andava' pelo céu aqui da cidade em alta velocidade. O artefato fazia curvas fechadas e bruscas, o mesmo emitia ''flashs'', foi observado por quatro testemunhas que não eram conhecidas uma das outras. Neste caso do dia 10/01, o investigador do GEUC, Giordano Mazutti Andrade, observou um objeto no céu, mas tratava-se apenas de um satélite. No dia 15 de janeiro, outra testemunha distinta observou um objeto alongado, parecido com um prato, que estava passando no sentido oeste - sul, a testemunha estava em seu carro quando observou, a baixa altitude (cerca de 200 metros), o artefato de cor branca, aparentemente metálico, que desapareceu de sua vista após passar por um conjunto de árvores próximo à BR 285. No dia 16 de janeiro, perto da constelação de Órion, foi observado por seguidores do GEUC que nos avisaram, um número de dois a quatro objetos que faziam ''zigue-zague'' e piscavam fortemente. O fenômeno foi visto por outras pessoas, em outras partes do céu. No dia 20 de janeiro uma moradora do bairro Princesa nos comunicou que tinha visualizado dois objetos em baixa altitude, os objetos vieram voando da parte traseira da casa da testemunha em direção ao centro da cidade, como ela disse "eles aceleraram e se aproximaram muito..pareciam que iam se bater, depois disso um deles foi para a esquerda e outro foi reto", segundo a mesma, ambos os objetos eram compridos e achatados na sua parte visível, ela comparou-os ao tamanho de um carro de popular. E para finalizar a série de avistamentos, no dia 08 de fevereiro, seguranças de uma empresa em Sarandi/RS filmaram por 38 segundos um objeto que estava parado no ar. O OVNI era, aparentemente, oval e ficou cerca de 3 minutos pairando e depois apagou-se desaparecendo em seguida Um dos seguranças relatou que em situações passadas foi perseguido e atingido por uma luz de cor verde em seu coturno (bota militar), no meio do campo, sem saber a real origem da luz (caso que será investigado pelo GEUC).

Foto do OVNI tirada no trevo do "baixinho"
Foto do OVNI tirada no trevo do "baixinho"

MAPEAMENTO DOS AVISTAMENTOS DO FINAL DE 2015                     E INÍCIO DE 2016, CARAZINHO/RS

Catalogado e registrado por Giordano Mazutti Andrade

Rosa: 2 avistamentos de OVNIs - Azul: 5 avistamentos de OVNIs - Verde: 7 avistamento de OVNIs.

Entre o verde e o vermelho: aterrissagem de dois OVNIs em 1965 e a descida de seus tripulantes. Caso Adilon Azevedo (abaixo).

Amarelo: 2 avistamento de OVNIs - Vermelho: 1 "Bola de fogo" em baixa altitude e 4 avistamentos de OVNIs - Branco: 5 avistamentos de OVNIs e uma luz pairando, aproximadamente, a 400 metros acima de uma mata.

Segunda foto: Distrito de São Bento

Vermelha: 9 avistamentos de OVNIs e luzes que passavam rasantes próximo a estrada, além de 2 avistamentos de seres. Um "cabeçudo", olhos brilhosos, corpo magro, de aproximadamente 1,60, que emitiu um grito aos observadores (Caso Marcos e Alessandro, com inquérito concluído). O outro, segundo testemunhas, se parecia com o ''diabo'', (corpo avermelhado e aparentemente oleoso, com um tipo de protuberância na cabeça, estatura baixa e membros longos e magros), foi visto se arrastando e posteriormente pulando uma cerca, o caso aconteceu próximo a um Balneário na região do distrito de São Bento. Ainda não foi aberto uma real investigação por falta de natureza que possa levar ao campo para a realização de uma investigação Ufológica do grupo (em outras palavras: falta de detalhes e de exatidão das testemunhas e dos fatos ditos). 

Pouso em Carazinho

Caso na época estudado pela SBEDV - Sociedade Brasileira de Estudos sobre Discos Voadores.

Em 26 de julho de 1965, ocorreu um belo caso ufológico na nossa cidade de Carazinho (RS). O caso ocorreu no inicio da noite quando o estudante Adilon Batista de Azevedo, 14 anos na época, saiu de casa na companhia de amigos para ir ao cinema. Adilon, morava na periferia da cidade e por isso teriam de ir a pé até o centro da cidade.

Eles logo chegaram em um terreno baldio, entre as ruas Quinze de Novembro, General Canabarro e Alexandre da Mota. Nesse local avistaram um foco de luz, em formato de cone originando de uma nuvem. A luz iluminava uma área de uns 10 metros de diâmetro, havia também um ruído estranho. Os garotos, assustados, pensaram de início tratar-se de uma estrela cadente que havia atiçado abelhas que estariam produzindo o ruído. Enganados começaram a correr na esperança de fugir das possíveis abelhas e apenas Adilon parou para observar melhor e logo viu um objeto, de formato ovoide, com 5 metros de comprimento por 1,5 de altura, aterrissar no terreno baldio, a uns 40 metros do local onde se encontrava. Este objeto pairou a aproximadamente 1 metro do chão.

Poucos minutos depois surgiu um novo objeto que da mesma forma desceu perto do primeiro. Eles eram idênticos em sua forma, porem o segundo objeto era um pouco menor, tendo 2 ou 3 metros.

Dois pequenos seres, de 1,50 m de altura, saíram do engenho maior e começaram a andar em volta do aparelho. Estes gesticulavam e conversavam entre si em idioma desconhecido. Adilon observou a cena por alguns minutos e quando as criaturas viraram-se de costas para Adilon, este avançou e entrou no terreno baldio para ver mais de perto. Ele agachou-se atrás das paredes de cimento de um poço. Segundo Adilon os tripulantes do objeto usavam roupa escura e capacete luminoso. Saindo do capacete descia uma faixa mais escura, saindo da parte da frente, na altura do nariz, seguindo até o peito. 

Após uns 5 minutos de observação, a testemunha observou que três outros seres saíram do objeto menor se dirigindo aos tripulantes do primeiro objeto. Um dos elementos do segundo grupo segurava um objeto luminoso e andava de um lado para o outro, pouco depois, os dois seres do primeiro grupo deram três voltas em torno de sua nave e entraram nela. O aparelho decolou verticalmente produzindo um ruído e desaparecendo em seguida. Os três tripulantes do outro objeto objeto continuaram conversando por mais alguns minutos, depois entraram no objeto que decolou e voou rapidamente perdendo-se no horizonte.

CONSEQUÊNCIAS

Depois desta experiência, Adilon foi ao encontro de seus colegas que já o esperavam no cinema. Adilon permaneceu ali apenas por meia hora pois começou a sentir uma forte dor de cabeça. Passou em uma farmácia, comprou um comprimido de Fontol, que não fez efeito. No dia seguinte, seu pai, o Sr. Gumercindo Batista Azevedo, impressionado com a história, levou-o ao médico. Este lhe receitou calmantes e sedativos que também não funcionaram. Sua dor de cabeça continuou por mais 5 dias cessando repentinamente após isso.

Adilon na época do contato
Adilon na época do contato
Desenho representativo do contato
Desenho representativo do contato

O caso também está neste livro publicado na Alemanha. Originalmente o título é: "Coletânea de 40 pesquisas sobre tripulantes e Discos Voadores no Brasil" da extinta Sociedade Brasileira de Pesquisas de Discos Voadores. Publicado em 1975.

A antiga e inativa Associação Carazinhense de Astronomia e Estudo de Fenômenos Espaciais afirma que os Objetos Voadores Não Identificados que foram vistos por alguns Carazinhenses entre os meses de março e abril de 2012 "não são de fabricação humana"

O presidente da Associação Carazinhense de Astronomia e Estudo de Fenômenos Espaciais (Acaefe), Werner Schütz, realizou uma análise referente aos objetos voadores não identificados (OVNIs) que alguns carazinhenses teriam avistado no céu do município durante os meses de março e abril de 2012. Segundo Schütz, a primeira visualização ocorreu no dia 27 de março, por volta das 20h30min, observada pelo psicólogo Marcelo Saute. Já a segunda visualização ocorreu no dia 3 de abril, aproximadamente no mesmo horário, sendo vista pela funcionária pública Patrícia Azevedo, que é parente da esposa de Marcelo Saute, e também pelo pedreiro Giovane Fagundes, e pela estudante Gabriele Fagundes.
Os dois objetos possuem características semelhantes de tamanho, direção e velocidade de deslocamento, além de serem observados em uma noite com céu limpo e sem variação de temperatura, tornando-se impossível de criar qualquer tipo de miragem, conforme explica Schütz. Os dois objetos possuem forma de cogumelo, porém, um deles possuía uma formação pontiaguda. Ambos não apresentaram ruídos e não tinham qualquer vestígio de radiação de gases ou combustíveis. Os objetos não possuíam barreiras em seu contorno e eram preenchidos por uma concentração de estralas. O objeto avistado por Saute tinha estrelas de coloração vermelha; já o objeto observado pelas três pessoas possuía estrelas vermelhas, que ao trocar de posição emitiam um flash de luz verde. As estrelas, conforme relato dos observadores, eram entrelaçados entre si, porém sem ligação, e se movimentavam aleatoriamente dentro da própria formação do cogumelo, sem se chocarem uma com as outras.

Saute tentou registrar o objeto através de fotografia, porém, pensou que perderia muito tempo de observação do OVNI até procurar a câmera. Ele revela que conhece diversos modelos de aviões diferentes, podendo afirmar que o objeto avistado não era de fabricação humana. Impressionado com o que viu, Saute comunicou Schütz, que através dos relatos pode desenhar o objeto avistado. "Eu fiquei em êxtase de ver uma coisa que nunca tinha visto, era bonita e chamava atenção pelo conjunto. Eram vários pontos luminosos e cada ponto, deu para identificar como sendo um objeto. O conjunto era como se fosse uma esquadrilha voando em formação, pois através destas luzes você enxergava o céu", explica Saute.
Ele comenta que conversou com outras pessoas que também relataram ter visto algo semelhante, até mesmo em Não-Me-Toque. "Imagino que seja alguma coisa que veio para nos observar, não tem outra explicação. Queria destacar que quem ver deve fornecer informações, sem ter medo ou vergonha", indica o psicólogo.

Após Saute ter observado o objeto, sua esposa Ana Cristina, comentou com Patrícia sobre o acontecimento, mas Patrícia não teria acreditado na veracidade do fato. Por coincidência, alguns dias depois, sentados no pátio de casa, Patrícia, o marido Giovane e a filha Gabriele visualizaram o outro objeto, que emitia flashes verdes. Ambos ficaram deslumbrados e observaram o Objeto por cerca de um minuto, quando repentinamente outro objeto semelhante apareceu, encostando-se à parte traseira do primeiro, seguido de um terceiro objeto que realizou a mesma manobra. A observação já durava cerca de quatro minutos quando os possíveis começaram a se deslocar até sumir.
Após analisar os relatos dos observadores, o presidente da Acaefe, Schütz, revela que definitivamente os objetos voadores não identificados não são de fabricação humana, com funcionamento harmônico e conduzido por uma entidade inteligente. "Vamos continuar observando e analisando o céu de Carazinho e região para ver se visualizamos algo semelhante, mais vezes", afirma.

Ufólogo Werner Schutz
Ufólogo Werner Schutz