GEUC consegue acesso ao nível "3" do Banco de Dados Geográficos do Exército

18/11/2018

São muitos os equipamentos e softwares que nos ajudam no estudo mais científico possível dos fenômenos ufológicos. Afim de eliminar fraudes e más interpretações, o grupo ufológico responsável pela pesquisa, além de previamente preparado, deve ter acesso ao maior número de programas computacionais possíveis, tanto para analisar, catalogar e arquivar, quanto para mapear os fenômenos interpretados como ufológicos, ou seja, desconhecidos à ciência convencional. Na realização dos mapeamentos ufológicos na microrregião carazinhense, o GEUC, antes de fazê-lo, buscou ter acesso ao nível "3" (existem 4 níveis, este último reservado somente a órgãos públicos e organizações militares das Forças Armadas) do Banco de Dados Geográficos do Exército. Após o pesquisador Giordano Mazutti Andrade realizar o pedido, explicando os motivos da solicitação, recebemos a liberação de acesso, por parte do 1º Tenente Alexandre Campos, chefe da seção de suprimento, catalogação e estatística do BDGEx (2 seção). O BDGEx conta com um amplo sistema de informação geográfica referente a todos os lugares do território nacional. Desde uma ínfima nascente no interior de um vilarejo no Acre a uma grande usina hidrelétrica na grande São Paulo, tudo está registrado no sistema. Para mapear, catalogar e estudar com maior precisão os fenômenos ufológicos em nossa região, o BDGEx está sendo de importância imensurável, tanto para buscar semelhanças entre as regiões onde os fenômenos ocorrem, quanto para catalogar as áreas com todas essas (vide imagem em anexo) informações disponíveis. 

Nossos agradecimentos ao 1º tenente Alexandre Campos pela confiança em nos fornecer este acesso ímpar, que nos dará informações preciosas sobre nosso território e suas características, contribuindo de forma direta com os mapeamentos da nossa região.