Resposta à matéria do "Estadão".

18/11/2018

ERRADO: "Sensores de distância foram proibidos pelo governo brasileiro nas Mercedes, pois sua frequência era parecida com a dos radares militares que detectam discos voadores"

Saiu no jornal "Estadão" a notícia, verídica, de que o Governo Brasileiro teria barrado alguns carros da marca alemã Mercedes, pelos mesmos, em seus sensores de distância, estarem na mesma frequência que os radares militares responsáveis pela detecção de "DISCOS VOADORES". O título e o subtítulo que antecedem a matéria é o seguinte: "O Brasil é mesmo uma Belíndia!
Sensores de distância foram proibidos pelo governo brasileiro nas Mercedes, pois sua frequência era parecida com a dos radares militares que detectam discos voadores"

Explicação: O termo "disco voador" usado pelos blogueiros é empregado erroneamente. É levado a crer, a qualquer pessoa sem um mínimo de conhecimento sobre o assunto, a ligação imediata entre "discos voadores" e "extraterrestres". O termo correto é OVNIs (Objetos Voadores não Identificados). Um OVNI pode ser um balão meteorológico desgovernado em espaço aéreo; um drone voando alto demais e causando interferências em voos; um avião invasor de outro país que esteja em espaço aéreo fazendo alguma pesquisa de espionagem, além de outras dezenas de hipóteses. Já é irrefragável a tese da existência dos Objetos Voadores não Identificados, como podemos confirmar acessando o site do Arquivo Nacional e lendo os documentos sobre a Operação Prato (1977), ou ouvindo os áudios dos pilotos da famosa "Noite Oficial dos OVNIs" (1986), e diversos outros casos protagonizados pela nossa Força Aérea Brasileira. Portanto, OVNI não é sinônimo de "extraterrestre", é sinônimo de DESCONHECIDO, e em sendo DESCONHECIDO, deverá e haverá sempre existir o rastreamento e as investigações cabíveis pelos militares responsáveis pela segurança aérea nacional.

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